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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

NO CEARÁ, DELEGADO RECEBEU CERCA DE R$ 20 MIL PARA SOLTAR TRAFICANTE, DIZ POLÍCIA

Operação identificou líderes de facção criminosos que ordenavam o crime mesmo presos (Foto: Cinthia Freitas/G1)

Um delegado suspeito de receber cerca de R$ 20 mil para soltar um traficante de drogas é um dos presos na operação Saratoga. 

A ação apontou também 17 presos que ordenavam crimes de dentro das unidades prisionais do Ceará. Os policiais e procuradores do Ministério Público identificaram, ao total, 40 suspeitos, dos quais 17 já se encontrava presos, e ordenavam práticas criminosas de dentro dos presídios, cinco foram capturados durante a operação e 18 estão foragidos.

Entre os suspeitos estão um escrivão e um delegado da Polícia Civil, presos por tráfico e corrupção passiva, respectivamente; e um sargento da Polícia Militar, já preso anteriormente, no 5º Distrito Policial, em agosto deste ano, durante outra operação. Um soldado da Polícia Militar e a mulher dele, uma advogada, estão entre os foragidos.

Corrupção passiva

Segundo o coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), do Ministério Público, Epaminondas Vasconcelos, o crime de corrupção cometido pelo delegado foi detectado na investigação de uma das organizações criminosas, após um flagrante de tráfico de drogas, em Caucaia.

"A polícia prendeu duas pessoas, um mototaxista que ia entregar a droga e um dos químicos que ia entregar a droga para o mototaxista. Eles foram encaminhados ao delegado, que recebeu os dois como flagrante de tráfico e associação para o tráfico. Durante a madrugada, o delegado refez o flagrante, excluiu o mototaxista como indiciado e o colocou como testemunha, e tirou a 'associação' do traficante", explica Vasconcelos.

Em vez do flagrante de duas prisões por tráfico e associação para o tráfico, foi realizada uma prisão apenas, por tráfico. O mototaxista foi liberado. O Ministério afirmou que há provas por áudio dessa negociação.

"Neste momento ninguém está sendo julgado, nem condenado. É um processo de obtenção de provas. Eles podem ser condenados ou inocentados", afirmou o secretário da Segurança do Ceará, delegado André Costa. "Se for comprovada realmente a participação de qualquer servidor público, não queremos esses servidores continuando a trabalhar no Governo do Estado do Ceará", completou.

Prisão diferenciada

A Justiça decretou 15 prisões em regime diferenciado de disciplina, uma reclusão com monitoramento mais rígido para evitar que o preso tenha contato com criminosos em liberdade. Esse modelo de prisão será adotado para os líderes das facções e para os "químicos", como o Ministério Público se refere aos preparadores de beneficiamento de drogas.

"É uma maneira de retirar de uma forma mais eficaz do convívio do sistema carcerário que, infelizmente, ainda tem comunicação com o mundo externo muito intensa. Então nós queremos tornar essa comunicação mais frágil, aplicando o RDD", explica Epaminondas Vasconcelos, do Ministério Público.

Área de atuação das facções

Ainda conforme o Ministério Público, há quatro organizações criminosas regionais em Fortaleza, ligadas a uma organização nacional. Elas operam no sul de Fortaleza, norte de Maracanaú e no limite entre o bairro Bom Jardim com os municípios de Caucaia e Maracanaú.

Os criminosos foram identificados, denunciados e são réus em ações penais, conforme a procuradoria do MP.

Durante as investigações, que começaram em 2015, foram presas 53 pessoas, além da apreensão de 19 armas de fogo, 60 quilos de cocaína, 200 kg de maconha e 8 kg de crack.

Os suspeitos são investigados pelos seguintes crimes:

Integrar organização criminosa armada

Tráfico de drogas

Associação para o tráfico

"A previsão do Ministério Público é que as penas dos principais líderes da organização criminosa possa variar, em caso de condenação, de 45 até 503 anos de prisão, conforme a participação e a hierarquia de cada investigado na organização, bem como a quantidade de crimes praticados. Portanto, a investigação é a mais proveitosa e abrangente contra uma organização criminosa realizada pelo estado do Ceará até o momento", informou o Ministério Público.

AUTOR: G1/CE

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